Simone de Oliveira

Simone de Oliveira

BIOGRAFIA

Simone de Oliveira é uma cantora e atriz portuguesa, nascida em Lisbon a 11 de fevereiro de 1938. Considerada uma das vozes mais marcantes da música portuguesa, iniciou a sua carreira artística na década de 1950, tornando-se rapidamente uma figura de destaque no panorama musical nacional. Ao longo da sua trajetória, destacou-se pela interpretação intensa e emotiva das suas canções, bem como pela forte presença em palco. Participou em diversos programas de rádio e televisão e gravou várias músicas que se tornaram populares em Portugal, afirmando-se como uma das intérpretes mais reconhecidas da sua geração. Simone de Oliveira representou Portugal no Eurovision Song Contest 1965 com a canção Sol de Inverno. Voltou ao festival em Eurovision Song Contest 1969 com Desfolhada Portuguesa, tema que se tornou um dos mais emblemáticos da música portuguesa e marcou profundamente a história do Festival da Canção. Para além da música, desenvolveu também uma carreira como atriz em teatro, televisão e cinema, consolidando a sua presença no mundo do entretenimento. Com uma carreira longa e amplamente reconhecida, Simone de Oliveira tornou-se uma figura incontornável da cultura portuguesa, admirada pelo seu talento, pela força interpretativa e pelo contributo significativo que deu à música em Portugal.

Sabe Deus que eu quisContigo ser felizViver ao sol do teu olharMais terno
Morto o teu desejoVivo o meu desejoPrimavera em florAo sol de inverno
Sonhos que sonheiOnde estão?Horas que viviQuem as tem?De que serve ter coraçãoE não ter o amor de ninguém
Beijos que te deiOnde estão?A quem foste darO que é meu?Vale mais não ter coraçãoDo que ter e não ter, como eu
Eu em troca de nadaDei tudo na vidaBandeira vencidaRasgada no chäoSou a data esquecidaA coisa perdidaQue vai a leilão
Sonhos que sonheiOnde estão?Horas que viviQuem as tem?
De que serve ter coraçãoE não ter o amor de ninguémVivo de saudades, amorA vida perdeu fulgorComo o sol de invernoNão tenho calor
De que serve ter coraçãoE não ter o amor de ninguémVivo de saudades, amorA vida perdeu fulgorComo o sol de invernoNão tenho calor
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